
Conflitos Pessoais
Nesse empreendimento de ascenção inevitável, o ser depara-se com as construcções do seu passado nele insculpidas, que se exteriorizam amiúde, afligindo-o, limitando-o.
Apresentam-se essas limitações , como conflitos nas paisagens íntimas, ameaçando a sua realização, a alegria do trabalho, a harmonia da convivência com outras pessoas, transformando-se com facilidade em complexos perturbadores, na área da emoção e do comportamento.
Não se podem negar os factores responsáveis por tais distúrbios, a começar pelos comportamentos da gestante, afectando o ser na vida uterina e culminando com a convivência em família, particularmente com pais dominadores, mães castradoras, neuróticas, que transferem as suas inseguranças e todos os outros conflitos para os filhos em formação, que se tornam fragilizados sob a alta carga de tensões que se vêem obrigados a suportar. Por outro lado, as pressões sociais e económicas, culturais e educacionais se transformam em gigantes apavorantes que passam a perseguir com insistência o educando, que absorve esses fantasmas e não os digere, vindo a temê-los, a detestá-los e a conduzi-los por toda a existência, quando não recebeu conveniente tratamento.
É certo que o Espírito renasce onde se lhe torna melhor para o processo de evolução. Como todavia, ninguém vem à Terra para sofrer, senão para reparar, adquirir novas experências, desenvolver aptidões, crescer interiormente, todos esses empecilhos que defronta fazem parte da sua proposta de educação, devendo equipar-se de valores e de descernimento para superá-los e , livre de toda a constrição restritiva à sua liberdade, avançar com desembaraço na busca na busca da sua afirmação plenificadora.
Esta é sobretudo a função da Psicologia, ao penetrar o âmago do ser, para o desalgemar dos conflitos e heranças infelizes que lhe pesam na economia emocional.
........
Quando e educação tiver como objectivo a construção do homem integral, os factores de perturbação cederão lugar a outros tipos de estímulos, que são os edificadores da esperança, mantenedores das aspirações elevadas, no esforço para a superação das heranças doentias que cada um traz em si mesmo.
( De Divaldo Franco- por Joana de Ângelis em Vida-Desafios e Soluções)
Enfrentamos actualmente sérias dificuldades em todos os campos da vida.
Todos os dias acordamos, procurando vencer as etapas de cada dia , alcançando a prosperidade financeira. No entanto , as dificuldades morais cada vez mais se mostram com mais evidência trazendo-nos alertas importantes sobre a necessidade de mudança interior.
Desde a mais tenra idade experimentamos emoções, vivemos experiências diversas, algumas bem desagradáveis, que se fixam no subsconsciente tornando-se parte importante das nossas vidas pois originam no percurso da nossa existência distúrbios de diversa ordem: frustração, doenças, enfim ,inúmeros problemas que se acumulam e agravam cada vez mais perante a nossa indiferença.
Pois, a maior parte das vezes, sentimos a subtil ameaça vinda do nosso íntimo, mas não lhe damos ouvidos pois estamos por demais ocupados com os problemas de ordem financeira, afectivos, familiares, entre outros, sem notar que, como em tudo na vida, é necessário verificar a origem dos problemas ao invés de viver e reviver sem conta as situações conflituosas que nos surgem, dando voltas e mais voltas sem enxergar relamente as causas para que esses problemas possam ser minorados e mesmo erradicados de nossas vidas.
Sim, porque isso é possível!
As respostas estão dentro de nós e é necessário cada vez mais acordar para a realidade.
Como dizia Divaldo no texto transcrito atrás, desde a infância necessitamos de apoio educacional para que nos preparemos para enfrentar os desafios que se nos apresentam.
Muitos de nós se devem identificar com as situações de infância descritas neste texto.
Por isso é importante examinar o modo como nos relacionamos com essa situação.
A revolta, a culpa, o desespero em nada ajudam.
O que nos compete é o perdão, a compreensão, o amor por nós e pelos que nos criaram segundo aquilo que sabiam na altura. Pois só podemos dar aquilo que temos. E se não temos o conhecimento necessário para agir em conformidade com as Leis de Amor que Jesus nos ensinou, temos que fazer o nosso melhor.
E foi isso que nossos pais fizeram.
O seu melhor dentro do conhecimento que tinham.Amaram-nos ao seu modo.
Mas amaram-nos, sem dúvida.
Assim aprendamos também a amá-los. A perdoá-los e a compreender que todos estamos num planos de evolução diferente e que todos estamos cá para aprender e crescer.
Crescer como seres humanos, como Espíritos que somos destinados à felicidade.
Aproveitemos o ensejo que nos leva a aprender sobre a vida e sobretudo sobre nós próprios. “Conhece-te a ti próprio”.
E é esse conhecimento de nós próprios, não tendo medo de enfrentar os nossos fantasmas do passado e do presente, que nos levará à libertação com muita fé em nós e em Deus.
Cristina Teixeira
Nesse empreendimento de ascenção inevitável, o ser depara-se com as construcções do seu passado nele insculpidas, que se exteriorizam amiúde, afligindo-o, limitando-o.
Apresentam-se essas limitações , como conflitos nas paisagens íntimas, ameaçando a sua realização, a alegria do trabalho, a harmonia da convivência com outras pessoas, transformando-se com facilidade em complexos perturbadores, na área da emoção e do comportamento.
Não se podem negar os factores responsáveis por tais distúrbios, a começar pelos comportamentos da gestante, afectando o ser na vida uterina e culminando com a convivência em família, particularmente com pais dominadores, mães castradoras, neuróticas, que transferem as suas inseguranças e todos os outros conflitos para os filhos em formação, que se tornam fragilizados sob a alta carga de tensões que se vêem obrigados a suportar. Por outro lado, as pressões sociais e económicas, culturais e educacionais se transformam em gigantes apavorantes que passam a perseguir com insistência o educando, que absorve esses fantasmas e não os digere, vindo a temê-los, a detestá-los e a conduzi-los por toda a existência, quando não recebeu conveniente tratamento.
É certo que o Espírito renasce onde se lhe torna melhor para o processo de evolução. Como todavia, ninguém vem à Terra para sofrer, senão para reparar, adquirir novas experências, desenvolver aptidões, crescer interiormente, todos esses empecilhos que defronta fazem parte da sua proposta de educação, devendo equipar-se de valores e de descernimento para superá-los e , livre de toda a constrição restritiva à sua liberdade, avançar com desembaraço na busca na busca da sua afirmação plenificadora.
Esta é sobretudo a função da Psicologia, ao penetrar o âmago do ser, para o desalgemar dos conflitos e heranças infelizes que lhe pesam na economia emocional.
........
Quando e educação tiver como objectivo a construção do homem integral, os factores de perturbação cederão lugar a outros tipos de estímulos, que são os edificadores da esperança, mantenedores das aspirações elevadas, no esforço para a superação das heranças doentias que cada um traz em si mesmo.
( De Divaldo Franco- por Joana de Ângelis em Vida-Desafios e Soluções)
Enfrentamos actualmente sérias dificuldades em todos os campos da vida.
Todos os dias acordamos, procurando vencer as etapas de cada dia , alcançando a prosperidade financeira. No entanto , as dificuldades morais cada vez mais se mostram com mais evidência trazendo-nos alertas importantes sobre a necessidade de mudança interior.
Desde a mais tenra idade experimentamos emoções, vivemos experiências diversas, algumas bem desagradáveis, que se fixam no subsconsciente tornando-se parte importante das nossas vidas pois originam no percurso da nossa existência distúrbios de diversa ordem: frustração, doenças, enfim ,inúmeros problemas que se acumulam e agravam cada vez mais perante a nossa indiferença.
Pois, a maior parte das vezes, sentimos a subtil ameaça vinda do nosso íntimo, mas não lhe damos ouvidos pois estamos por demais ocupados com os problemas de ordem financeira, afectivos, familiares, entre outros, sem notar que, como em tudo na vida, é necessário verificar a origem dos problemas ao invés de viver e reviver sem conta as situações conflituosas que nos surgem, dando voltas e mais voltas sem enxergar relamente as causas para que esses problemas possam ser minorados e mesmo erradicados de nossas vidas.
Sim, porque isso é possível!
As respostas estão dentro de nós e é necessário cada vez mais acordar para a realidade.
Como dizia Divaldo no texto transcrito atrás, desde a infância necessitamos de apoio educacional para que nos preparemos para enfrentar os desafios que se nos apresentam.
Muitos de nós se devem identificar com as situações de infância descritas neste texto.
Por isso é importante examinar o modo como nos relacionamos com essa situação.
A revolta, a culpa, o desespero em nada ajudam.
O que nos compete é o perdão, a compreensão, o amor por nós e pelos que nos criaram segundo aquilo que sabiam na altura. Pois só podemos dar aquilo que temos. E se não temos o conhecimento necessário para agir em conformidade com as Leis de Amor que Jesus nos ensinou, temos que fazer o nosso melhor.
E foi isso que nossos pais fizeram.
O seu melhor dentro do conhecimento que tinham.Amaram-nos ao seu modo.
Mas amaram-nos, sem dúvida.
Assim aprendamos também a amá-los. A perdoá-los e a compreender que todos estamos num planos de evolução diferente e que todos estamos cá para aprender e crescer.
Crescer como seres humanos, como Espíritos que somos destinados à felicidade.
Aproveitemos o ensejo que nos leva a aprender sobre a vida e sobretudo sobre nós próprios. “Conhece-te a ti próprio”.
E é esse conhecimento de nós próprios, não tendo medo de enfrentar os nossos fantasmas do passado e do presente, que nos levará à libertação com muita fé em nós e em Deus.
Cristina Teixeira
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